quinta-feira, 8 de março de 2018

PROJETO CONEXÃO CATIMBAU

PROJETO CONEXÃO CATIMBAU

Divulgar a música Pernambucana e a Cultura popular e vários estilos de música independente da produção Pernambucana através do Selo Radiante Records, potencializando e produzindo várias ações de difusão.
- Produzir Podcast com entrevistas disponibilizadas no site, Programas direcionados para divulgar os artistas, estilos e segmentos musicais específicos.
- Oferecer programação temática que divulga os grupos de Samba de Coco, Coco de Roda, Maracatu Baque Solto, Maracatu Baque Virado, Cavalo Marinho, Repentistas, Música Indígena, Música Afro-Brasileira, Reisado, Ciranda, Caboclinhos, Bandas de Pífanos de Pernambuco; artistas autorais independentes.
Impressão de 01 (um) catálogo multilíngue (Português, Espanhol e Inglês) e divulga-lo em eventos, feiras e festivais de música, fomentando redes e a autossustentabilidade dos mestres, mestras e artistas do Sertão do Moxotó e de outras regiões de desenvolvimento do estado de Pernambuco.
Diante das circunstâncias exclusivistas da mídia atual, o principal objetivo do Selo Radiante Records, Criado em 2007 nossa missão é divulgar e nossas Mestras, Mestres e artistas autorais independentes da Micro e Macro região do Sertão, prioritariamente e de Pernambuco como um todo.
Nossa tradição e nossa música não tocam nas Rádios convencionais e nos meios de comunicação de forma pontual. Criamos a Web Rádio Catimbau, ferramenta utilizada como alternativa de consolidar e potencializar a divulgação de nossa produção musical e artística uma programação diária que vem ficar 24 horas no ar com uma variedade de programas divulgando a Cultura Popular.
Entrevistas disponibilizadas em formato (Podcast), agenda com divulgação de ações culturais e eventos fazem parte da programação.
Em nosso catálogo vamos divulgar 48 artistas e produtores da região do moxotó e de outras RD do estado de Pernambuco dando visibilidade à produção local, fortalecendo a difusão e internacionalização da música Pernambucana, uma de nossas metas do selo Radiante Records é divulgar nossa música divulgando os grupos e artistas. E fomentar negócios musicais shows participação em festivais e feiras de música, organizar cursos de formação criando oportunidades e internacionalizando a cultura Pernambucana e Brasileira. O site sempre observará formas de acessibilidade para que pessoas com deficiência possam conseguir usufruir dos conteúdos do site que divulgará o Selo Radiante Records.







http://culturadigital.br/mincnordeste/2018/03/14/arcoverde-pe-recebe-o-lancamento-do-projeto-conexao-catimbau/

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

5ª Prêmio Ibema Gravura




O Prêmio Ibema Gravura chega a sua 5° edição, com cara nova e regulamento novo, para você participar e colaborar na disseminação da cultura da gravura pelo mundo.
As inscrições já estão abertas, participe!
Prazo de inscrição e envio das obras:
De 06/07/15 até as 18:00h do dia 06/10/15.



http://www.premioibemagravura.com.br/





Premio Ibema Gravura

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Oficina de Xilogravura_Festival Pernambuco Nação Cultural_16ª Festa da Estação 18 a 21 de Novembro de 2014






























































A xilogravura - arte de gravar em madeira - é de provável origem chinesa, sendo conhecida desde o século VI. No Ocidente, ela já se afirma durante a Idade Média, através das iluminuras e confecções de baralhos. Mas até ai, a xilogravura era apenas técnica de reprodução de cópias. Só mais tarde é que ela começa a ser valorizada como manifestação artística em si. No século XVIII, chega à Europa nova concepção revolucionária da xilografia: as gravuras japonesas a cores. Processo que só se desenvolveu no Ocidente a partir do século XX. Hoje, já se usam até 92 cores e nuanças em uma só gravura.
Aspecto de grande importância do Cordel é, sem dúvida, a xilogravura de suas capas. Sabe-se que o cordel antigo não trazia xilogravuras. Suas capas eram ilustradas apenas com vinhetas - pobres arabescos usados nas pequenas tipografias do interior nordestino. A partir da década de trinta, surgiram folhetos trazendo nas capas clichês de artistas de cinema, fotos de postais, retratos de Padre Cícero e Lampião. As xilogravuras ou "tacos", como ainda hoje preferem chamar os artistas populares, usando madeiras leves, como umburana, pinho, cedro, cajá.Na década de setenta, apareceram no Nordeste vários álbuns de xilogravuras de cordel. Destacamos os publicados pela Divisão de Cultura da Prefeitura da Cidade de Salvador, Bahia, intitulado "Xilogravura Popular - Cordel", reunidos xilos de Minelvino Francisco para folhetos de Rodolfo Coelho Cavalcante, com apresentação de Rosita Salgado; o da coleção Théo Brandão, "Xilogravuras Populares Alagoanas" (Alagoas, 1973), inserindo tacos de José Martins dos Santos, Manoel Apolinário, Antônio Almeida e Antônio Baixa-funda, com apresentações de Pierre Chalita e Théo Brandão; e "Transportes na Zona Canavieira", divulgando 21 xilogravuras de José Costa Leite (Instituto do Açúcar e do Álcool, Serviço de Documentação, Recife, 1972), com apresentação de Mário Souto Maior.